Um menino revelou para a avó o que acontecia atrás da sacristia com um padre, “Ele tira minha roupa, levanta a batina, me coloca no colo, fala para eu ficar tranqüilo e diz que aquilo é a prática da penetração”. A mãe do menino disse à polícia que esse desgraçado proibia até as mulheres de usarem saia dentro da igreja. O mais revoltante, esse monstro continua rezando missas numa cidade do interior.
Outro monstro, mantinha anotações de como agir para conseguir novas vítimas, “Apresentar-se sempre como dominador. Ser carinhoso e não ser apressado. Nunca fazer perguntas, mas ter certezas. Conseguir garotos seguros e carentes, que não tenham pai e que sejam pobres. Jamais se envolver com garotos riquinhos”...“A minha mais solene descoberta. Deus perdoa sempre, a sociedade jamais”.
Desgraçado, como alguém pode ser tão pervertido a ponto de ter tal pensamento? Como este alguém pode rezar uma missa? Ou melhor, como pode viver em sociedade? Tamanha atrocidade não pode ser ignorada. Não se pode deixar o Vaticano, através do tribunal da Santa Sé, passar a mão na cabeça deles com a desculpa de que eles aprenderam com seus erros e merecem uma segunda chance. Quem faz algo como esse padre não merece segunda chance. Pois isso não é um erro, um deslize. Isso é ultrajante e repugnante. Nem os animais, os quais chamamos de irracionais, cometem atos de tamanha crueldade esses supostos racionais.
Sei que existem muitos religiosos fervorosos, e não vou discutir aqui (pelo menos não neste post) a religião. Mas vou expressar uma opinião. Deus e o diabo, o bem e o mal, existem. Claro, existem em nossos atos, em nossos corações. O que vimos foi o mal. Numa de suas formas mais puras e cruéis. E pior do que isso, nós vimos também a impunidade que acontece em vários casos. É inadmissível para uma organização que prega o bem, proteger esses demônios. As pessoas precisam saber bem o que acontece por baixo dos panos, e pensar com sua própria cabeça, sem se deixar manipular com tanta facilidade.
Para esses e outros monstros espalhados por aí, punição. Eles não têm coração. Pois então, que paguem seus crimes perante a sociedade (só para garantir). Que sejam jogados vestidos de noiva ou com uma roupa de ballet numa cela lotada de presos que saibam o que eles fizeram com as pobres crianças. Depois de algum tempo, deveriam ser transferidos para uma prisão turca, onde sentiriam as dores do inferno ao serem torturados por alguns dos maiores especialistas em tortura existente no mundo.

No hay comentarios.:
Publicar un comentario